“A nossa luta é para que isso venha no ‘pensar’ da infraestrutura, em seu planejamento. Precisamos de um mapeamento que identifique vulnerabilidades, o que vai permitir que futuramente a infraestrutura não seja comprometida com esses desastres. Na prática, isso traz muitas redefinições, em especial, em trechos de linhas ferroviárias e rodoviárias, o que gera uma certa resistência.”